sábado, 10 de maio de 2014

Estrutura interna da Terra

           A Terra após os bilhões de anos a formando chegou a um estado "estável", em que é dividida basicamente em núcleo, manto e crosta.


          Primeiramente a crosta, com uma espessura de 40 á 70 quilômetros, sendo constituída principalmente de silício. A crosta corresponde à maior parte da litosfera, que possui 100 km de espessura.
          O manto, com até 2900 km de espessura, sendo 400 km dele a astenosfera. Ele é composto por substâncias ricas em ferro e magnésio, que predominantemente encontra-se em estado sólido devido à alta pressão. A parte mais interior do manto chega a pressão de 1,4 milhão de atmosferas.
          O núcleo é dividido em duas partes principais: o núcleo externo, em estado líquido, e o núcleo interno, em estado sólido. Eles são a parte mais densa da Terra, sendo o externo composto principalmente por ferro metálico e o interno por ferro e níquel, tendo eles se alojados ai devido ao processo de diferenciação planetária no início da formação do planeta, onde as substâncias mais densas vão para o fundo. As propriedades magnéticas do núcleo que criam o campo magnético da Terra.


Fonte da imagem:
http://api.ning.com/files/lP7unkDiaHbzG0sGw9BF*aKWhzw6tW7vt3TYid9KDKVXranWlPvIrHTwYzIJUidqxWoG9pAxDHibhwMbGBG2ecGK*iI3gnuv/aterra.png

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Teoria da Tectônica de Placas

          A Teoria da Tectônica de Placas diz basicamente que a crosta terrestre é descontínua, sendo então composta por diversas placas tectônicas. Na teoria, a litosfera e a astenosfera compõem a parte mais externa da Terra, sendo a primeira a parte solidificada e a segunda a parte do manto que entra em contato com a litosfera.
       
          A litosfera flutua em cima da astenosfera que possui a característica do manto de se comportar como um líquido superaquecido, porém parecendo sólida em quando exposta a forças repentinas como terremotos.
          As placas tectônicas compões a litosfera que, toda fragmentada, é afetada pelos movimentos que ocorrem embaixo dela, se afastando e aproximando entre si, e até mesmo podendo sobrepor uma a outra, causando terremotos. Diversas vezes fissuras ocorrem e a pressão acumulada ao ser liberada causa erupções vulcânicas.
       

Fonte das imagens:
http://www.nec-espeleo.org/espeleo/tectonica.gif

Teoria da Deriva Continental

            A Teoria da Deriva Continental,  consiste na ideia de que os continentes estão em cima de grandes blocos chamados placas tectônicas, as quais uma vez já formaram um só bloco chamado Pangeia. A teoria diz que estas placas flutuam em magma, o qual move as terras de acordo com o seu movimento, as fazendo ir contra e a favor de outros blocos, podendo até mesmo "deslizarem" para cima de outra.


           Essa Teoria tem suas ideias baseadas em argumentos:
1) Morfológicos: Percebe-se semelhança entre a consta ocidental da África e a costa oriental da América do Sul, entre outros;
2) Paleontológicos: Fósseis de mesmas espécies foram encontrados a milhares de quilômetros de distância separados por oceanos, sendo que tal distanciamento era impossível de ser realizado por tais seres vivos;
3) Paleoclimáticos: Sedimentos característicos do Polo Sul foram encontrados em zonas como a África e a Índia, sugerindo que tais áreas já se encontraram próximas.
4) Litológicos: Rochas encontradas na América do Sul e na África com a mesma idade são semelhantes, o que significa que elas foram expostas aos mesmos fenômenos na mesma época.


Fonte das imagens:
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/34/Placas_tect2_pt_BR.svg/360px-Placas_tect2_pt_BR.svg.png
http://geomaps.wr.usgs.gov/parks/animate/A08.gif

Escala geológica do tempo

A Escala Geológica do Tempo é a linha do tempo da história geológica da Terra, desde a sua criação até hoje. Ela é dividida por éons, eras, períodos, épocas e idades.
As maiores divisões são os éons, os quais são:

1) Éon Arcaico (3,8-2,5 bilhões de anos atrás): Tem o início com o surgimento da vida na Terra na forma de seres unicelulares. 

2) Éon Proterozóico (2,5 bi - 542 milhões de anos atrás): Nele surgem células mais complexas, as eucariontes (que possuem o núcleo definido) e os primeiros serem pluricelulares.

3) Éon Fanerozóico (últimos 542 milhões de anos): Nele ocorre uma maior evolução da vida, em que os seres chegam até o estado atual.

O Éon Fanerozóico é constítuido por 3 Eras, cada um divide-se em períodos, os quais subdividem-se em épocas. Durante este Éon tem-se a divisão das massas continentais:

As principais Eras do Éon Fanerozóico são:



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